Thursday, April 7, 2016

Visita de estudo às Serras de Santa Justa e Pias

Pedro Bastos, 2016
Pedro Bastos, 2016
Nesta imagem, podemos observar o anticlinal de Valongo, que é uma dobra, cujas camadas mais antigas se encontram no seu núcleo.

Pedro Bastos, 2016
·      Estratos metasedimentares: É possível a observação de sequências estratigráficas, com diversas orientações, neste local.

Pedro Bastos, 2016
·       Fetos: Indicam que houve uma alteração climática, visto que estas espécies não crescem no atual clima de Valongo.

Pedro Bastos, 2016
·      Fóssil da trilobite: Fóssil de fácies, ou seja, com grande distribuição estratigráfica e pequena distribuição geográfica. Estes fósseis dão-nos a informação, neste caso, que Valongo, há muitos milhares de anos atrás, estava submerso. As trilobites existiram desde o Câmbrico, tendo sido mais abundantes no Ordovícico.

Édgar Tavares, 2016
·      Vale do Rio Ferreira: O curso do rio Ferreira permitiu a formação deste vale profundo e estreito.


Sofia Sanroque, 2016
·         Fojo: Local que era frequentemente utilizado pelos romanos para exploração de ouro.

         
          Mafalda Xavier, 2016
      "Micro" chaminés-de-fada

Mafalda Xavier, 2016
·         Estrutura quartzítica: Os quartzitos são muito abundantes nestas serras.

Filipe Miranda, 2016
·         A flora é bastante variada e abundante, apesar de incêndios que, por vezes, ocorrem nestas serras.



Wednesday, November 4, 2015


Fases da mitose


Profase: 
  • Condensação dos cromossomas.
  • O invólucro nuclear desorganiza-se.


Metafase:
  • Os cromossomas ligam-se ao fuso acromático, formando a placa equatorial.


Anafase:
  • Rompimento do centrómero, separando os dois cromatídeos que constituiam cada um dos cromossomas.
  • Início da ascensão polar dos cromossomas ao longo das fibrilas.


Telofase:
  • Formação de um invólucro nuclear em torno dos cromossomas de cada núcleo-filho.
  • Descondensação dos cromossomas.
  • Desorganização das fibrilas do fuso acromático.



Monday, October 12, 2015

Atividade experimental

Extração de DNA de células vegetais


1. Descascar e cortar em lascas com um bisturi um kiwi e posteriormente esmagá-lo num almofariz até ficar líquido. ´

Viviana Henriques, 2015

Viviana Henriques, 2015
 


Pedro Silva, 2015
Pedro Silva, 2015


2. Preparar uma solução composta por 100 ml de H2O, 10 ml de detergente da louça e 3g de NaCl e juntar ao kiwi esmagado. (Nesta etapa, o meu grupo cometeu um erro, adicionando diretamente H2O na preparação de kiwi em vez de fazer a solução à parte com o detergente e NaCl).



Pedro Silva, 2015

Roberto Nascimento, 2015

3. Continuar o processo de esmagamento.

4. Colocar a preparação num gobelé em banho-maria a 37ºC durante 15 minutos. (Como o banho-maria não estava a funcionar corretamente, a máxima temperatura possível foi 20ºC).


Roberto Nascimento, 2015 
Roberto Nascimento, 2015

5. Filtrar 5ml do preparado obtido para um tubo de ensaio e, posteriormente, adicionar 5ml de etanol a 96% a 5ºC.


Roberto Nascimento, 2015 
Roberto Nascimento, 2015

6. Aguardar até se começar a observar uma camada gelatinosa (os filamentos de DNA) no topo do líquido.


Roberto Nascimento, 2015

Roberto Nascimento, 2015

7. Com uma agulha, extrair uma amostra do DNA e colocá-la num vidro de relógio.


Roberto Nascimento, 2015

8. Colorar o DNA utilizando a fucsina básica e retirar uma parte da amostra para uma lâmina para uma seguinte observação ao microscópio.

Roberto Nascimento, 2015

Roberto Nascimento, 2015

Roberto Nascimento, 2015

9. Observar os resultados da experiência no microscópio ótico.


Marta Pereira, 2015

Marta Pereira, 2015